As 5 melhores formas de aprender mais em menos tempo para concursos

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Sabe aquelas indicações de leitura de dezenas de livros, centenas de vídeos aula e apostilas? É possível dizer que você aprenderá com essas indicações, porém, qual é o aproveitamento (tempo dedicado x aprendizado)? Se você conhece apenas estes métodos tradicionais, haverá a impressão de que não existe outro caminho a seguir. Mesmo que o aproveitamento desse estudo seja baixíssimo, você o aceitará como eficiente. Caso haja dificuldades na preparação para concurso, você achará que existe algo de errado contigo, afinal, esses são as únicas técnicas conhecidas. Aquele que passou em concurso, passou estudando assim. Mas ele, assim como você, não conhecia métodos diferentes.

Estamos aqui para lhe apresentar um novo caminho. Se os professores e cursos oferecem apenas um caminho, é natural que os aprovados tenham trilhado este mesmo caminho, não havia outra opção. Mas todos poderiam ter passado de um modo mais eficiente dedicando menos tempo para aprender mais do que tinham aprendido. Como? É isto que você compreenderá doravante:

1 – Não existe estudo sem revisão

2 – A importância de revisar constantemente

3 – O que é revisar?

4 – Quando revisar?

5 – Como revisar?

1 – Não existe estudo sem revisão

Como tivemos a oportunidade de demonstrar neste outro plano de estudo para concurso, estudo é entender + memorizar. O entendimento permite a compreensão lógica dos princípios gerais e possibilita uma visão geral e associada de informações. Quem entende um assunto tem a possibilidade de interpretá-lo e deduzir outros dados.

Esta etapa do estudo exerce importante papel nas questões discursivas. Você saberá, através dele, a contextualização histórica e atual do tema discorrendo sobre as noções genéricas que lhe ajudarão a conhecer as informações específicas.

Os melhores caminhos para entender são as aulas, livros e apostilas. Porém, eles são úteis somente nesta fase do estudo: entendimento. Neles, a revisão é negligenciada, dão orientações precárias para este aspecto. O problema é que muitos concurseiros perdem tempo assistindo longas aulas e lendo extensos livros, vendo aquilo que já entendem. A própria graduação, muitas vezes, se encarrega de cuidar de entendimento amplo sobre vários assuntos.

Sendo assim, muitos desperdiçam centenas de horas de estudo em assuntos que não precisariam estar estudando. Se você identificá-los, poderá dedicar estas horas às técnicas mais produtivas. Aí vai a primeira dica: Não estude por vídeos aula ou livros aqueles assuntos que você já entende. Se você ainda não entende a lógica, a conjuntura histórica ou os princípios gerais, utilize estes métodos tradicionais. A grande questão é: não basta entender. As provas não cobram entendimento (afinal, a maioria já o tem e as bancas querem minorias), mas sim informações isoladas e específicas. Você saberá como aprendê-las a seguir.

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2 – A importância de revisar constantemente

Se estudar é entender + revisar, não existe estudo sem revisão, como explicitamos na melhor forma de estudar para concurso. Para aprender informações detalhadas e isoladas, que são prioritariamente cobradas nos concursos, você necessita revisar constantemente. Os dados precisam ser revistos sempre e de um modo que desafie a sua memória a lembrar.

Os desafios foram mais detalhadamente explicados em  o que estudar para concurso. Não basta reler frequentemente as informações específicas e isoladas (como prazos, cargos e atribuições). É necessário escondê-las de modo proposital. Tentar lembrá-las e somente ver o gabarito depois. Fazer isto repetidas vezes para realmente fixar.

O mais próximo que os métodos tradicionais chegam disto são os exercícios com questões de prova. Tal ocorrência se deve ao fato de que as provas também são desafios ao seu cérebro. Mas isto não é suficiente. Neste aspecto, o trabalho dos cursos e professores está sendo limitado. Prescrever questões tem sua relevância, contudo, elas precisariam ser revistas para que dados nelas contidos sejam aprendidos. O que, quando e como revisá-los é que vamos estudar adiante.

3 – O que revisar?

A informação a ser revisada deve ser objetiva. Nada prolixo ou subjetivo. Deixe a subjetividade na primeira fase (entendimento). Os dados revisados serão, especialmente, aqueles prazos, cargos, instituições, competências, atribuições e outros aspectos eminentemente denotativos.

Apenas um exemplo para ficar mais claro: O Supremo Tribunal Federal é composto por 11 ministros. Sendo esta uma importante informação para o seu concurso, que lógica existe entre o seu conhecimento de mundo e a quantidade de ministros? Provavelmente não faria grande diferença se a quantidade fosse 9 ou 13. Mas são 11. Como lembrar esta e mais centenas de outras informações desprovidas de lógica? O segredo está em revisar frequentemente a seguinte afirmativa:

O STF é composto por  – ministros.

Você deve tentar completar trecho onde está o traço. Deve tentar lembrar esta informação. Depois, verá a resposta:

O STF é composto por 11 ministros.

Ao ver a resposta, avaliará o quanto foi difícil lembrar a informação. Quanto mais difícil, menor deve ser o prazo para revisar.

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4 – Quando revisar?

O dia de revisar, vai ser estabelecido consoante a dificuldade, como dissemos acima. Se a informação foi muito difícil de ser lembrada, ela deve ser revista no mesmo dia. Sendo difícil, deve ocorrer no dia seguinte. Havendo facilidade na recordação, a revisão deverá ocorrer quatro dias depois. Os prazos não foram definidos por acaso. A neurociência identifica estas datas como o dia que antecede o seu esquecimento. Assim, você não estudará temas bem consolidados na memória nem deixará para estudar depois que já esqueceu.

O aprendizado será potencializado, você só estudará no dia necessário e aproveitará melhor o tempo. Para compreender mais detalhadamente esta técnica, leia o nosso plano de estudo para concurso.

5 – Como revisar?

Ao longo do tempo de aplicação deste método, os intervalos entre as revisões tornam-se cada vez maiores porque a fixação fica mais intensa e o dia de esquecimento, consequentemente, fica mais distante. Jamais esqueça que não basta ler, mas especialmente ser desafiado constante e repetidas vezes a lembrar as palavras chaves cobradas nos concursos. É possível potencializar os efeitos da metodologia através da melhor forma de estudar para concurso.

Conclusão

Se você encontra dificuldades na preparação para o seu concurso, talvez o problema não esteja com você, mas sim com os métodos que lhe são oferecidos. Cursos que não se adaptam às suas necessidades e dificuldades tendem a falhar em vários aspectos do seu estudo, como evidenciamos no plano de estudo para concurso. Por isso, é necessário adaptar a preparação ao seu perfil de estudante. Para alcançar tal finalidade, nada melhor do que revisar com uma frequência que leve em consideração a sua percepção sobre o grau de dificuldade. Você verá que o problema não está em você, mas sim nas produções em larga escala dos cursinhos e editoras.

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